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Margem Equatorial: a lição chinesa para o Brasil na era da transição energética
Rey Aragon <código aberto>O Brasil não precisa escolher entre explorar petróleo e construir uma matriz pós-fóssil. O desafio é transformar uma riqueza estratégica e finita em soberania, ciência e tecnologia capazes de acelerar sua própria superação.

Rey Aragon
há 1 dia14 min de leitura


2026: O Brasil não escolherá um nome. Escolherá um projeto de nação
Ludimila Cindra <código aberto> O ano de 2026 se aproxima e, com ele, uma das eleições mais decisivas da história recente do Brasil. Não será um pleito comum. Não se tratará apenas de escolher um nome para ocupar o Palácio do Planalto ou uma cadeira no Congresso Nacional.

Redação
há 1 dia5 min de leitura


A guerra dos proxies: como Washington reorganiza a América Latina ao redor do Brasil
Rey Aragon <código aberto> Sob a doutrina da “defesa hemisférica em profundidade”, Washington transforma parceiros em multiplicadores de força e integra capacidades militares dispersas pelo continente. A entrada da Colômbia de Abelardo de la Espriella altera o equilíbrio estratégico ao redor do Brasil.

Rey Aragon
há 3 dias11 min de leitura


O novo front cibernético dos EUA contra Lula e o Brasil
Rey Aragon <código aberto> Trump amplia a capacidade dos EUA de agir clandestinamente no ciberespaço de outros países, inclusive com empresas privadas, elevando o risco para a soberania brasileira.

Rey Aragon
há 6 dias15 min de leitura


O cerco financeiro ao Brasil? O próximo front é financeiro
Rey Aragon <código aberto> O JPMorgan reduziu sua exposição ao Brasil. Ainda não há cerco coordenado de Wall Street, mas há um sinal de que a pressão sobre o país pode estar entrando no terreno das finanças.

Rey Aragon
12 de ago.9 min de leitura


Bancada do Saque: a nova aliança contra o Brasil
Rey Aragon <código aberto> Boi, bala e Bíblia já não explicam o poder. Uma nova engrenagem conecta agro, mineração, finanças, Big Tech e influência na disputa pelas riquezas e pela soberania do país.

Rey Aragon
9 de ago.7 min de leitura


Dormindo com o inimigo: Enquanto a crise se aprofunda, a cooperação militar Brasil–EUA continua intacta.
Rey Aragon <código aberto> Em meio à maior crise diplomática entre Brasília e Washington da história, uma pergunta estratégica permanece sem resposta.

Rey Aragon
5 de ago.8 min de leitura


O verdadeiro alvo do Escudo das Américas chama-se Brasil
Rey Aragon <código aberto> Enquanto o governo Lula reconstrói corredores de integração, aproxima o Brasil da Ásia e amplia sua autonomia estratégica, Washington reorganiza uma arquitetura de segurança sobre as mesmas rotas pelas quais o país pretende transformar sua geografia em poder nacional.

Rey Aragon
2 de ago.18 min de leitura


O dossiê Carvajal: a próxima bala contra Lula
Rey Aragon <código aberto> Como uma antiga acusação voltou ao centro da disputa geopolítica e por que sua reativação pode integrar uma operação de influência com potencial para tensionar as eleições de 2026 e atingir a soberania brasileira.

Rey Aragon
1 de ago.8 min de leitura


Lula: entre a soberania e a submissão
Rey Aragon <código aberto> Uma reconstrução da arquitetura política, institucional e geopolítica que permite compreender não apenas o que está acontecendo hoje, mas para onde o Brasil pode estar sendo conduzido.

Rey Aragon
29 de jul.19 min de leitura


Se Lula cair, o Brasil cai junto
Rey Aragon <código aberto>As pressões contra o governo brasileiro já ultrapassaram a disputa partidária. Em meio à maior reorganização geopolítica do século XXI, a permanência de Lula tornou-se um fator decisivo para proteger a soberania nacional, a economia produtiva e a capacidade do Brasil de decidir seu próprio destino.

Rey Aragon
27 de jul.10 min de leitura


Não devolva o tapa: substitua
Sylvio Sousa <código aberto> A resposta ao tarifaço de Trump não é tarifa. É emancipação. Donald Trump fez o que nenhum manual de economia recomendaria: sobretaxou em 50% o único grande parceiro comercial com quem os Estados Unidos ganham dinheiro. Em 2024, o Brasil comprou dos americanos mais do que vendeu a eles.

Redação
27 de jul.8 min de leitura


O partido global: a disputa pela nova ordem mundial
Rey Aragon <código aberto> Como redes políticas transnacionais transformaram eleições nacionais em peças centrais da disputa pela governança do século XXI.

Rey Aragon
25 de jul.11 min de leitura


O Paradoxo Global da China: Por que o Mundo Quer seu Dinheiro, mas Rejeita seu Modelo?
Sylvio Sousa <código aberto> Uma análise sobre a disputa de paradigmas por trás do comércio, do racismo e da geopolítica contemporânea
codigoabertonet
23 de jul.7 min de leitura


O que o alerta do exército brasileiro realmente significa
Rey Aragon <código aberto> O relatório do Exército revela uma mudança silenciosa na forma como o Estado brasileiro passa a compreender a soberania no século XXI.

Rey Aragon
20 de jul.5 min de leitura


Argentina: o laboratório global do tecnolibertarianismo
Rey Aragon <código aberto>A transformação silenciosa da Argentina em uma plataforma de experimentação para um novo modelo de Estado, economia e poder baseado na convergência entre tecnologia, capital e desregulação.

Rey Aragon
15 de jul.17 min de leitura


O Estado ainda decide?
Rey Aragon <código aberto> Após nove anos de tramitação, o PL 3.995/2024 chega ao Senado para reorganizar a governança pública de um Estado que, enquanto a lei era escrita, se tornou digital, algorítmico e dependente de infraestruturas que já não controla por inteiro.

Rey Aragon
13 de jul.20 min de leitura


O plano para derrotar Lula.
Rey Aragon <código aberto> Como a extrema direita reorganiza o tabuleiro político brasileiro

Rey Aragon
10 de jul.9 min de leitura


A guerra começa antes da mina.
Rey Aragon <código aberto> Muito antes da primeira escavadeira entrar em operação, já está em curso uma disputa silenciosa para definir o lugar que o Brasil ocupará na reorganização da ordem internacional.

Rey Aragon
9 de jul.8 min de leitura


Brasil na mira: a ofensiva digital de Trump contra as democracias latino-americanas
Miguel Manso <código aberto> Nova extrema direita ligada ao presidente dos EUA utiliza uma combinação de poder tecnológico, financeiro, ideológico e geopolítico para interferir nas democracias latino-americanas, tendo o Brasil como seu principal alvo nas eleições de 2026

Redação
30 de jun.11 min de leitura
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